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Qual a diferença entre transplante e implante capilar?



A queda acentuada dos fios de cabelo pode, muitas vezes, levar à calvície, um problema que acomete muitas pessoas, sejam homens ou mulheres, jovens ou de idade mais avançada.


Com isso, cada vez mais a busca por soluções eficientes vêm aumentando, e a principal delas é a intervenção que devolve ao paciente o aspecto de um cabelo sem falhas e com o volume muitas vezes desejado.

No entanto, dois termos são muito usados para falar sobre esse procedimento: o transplante capilar e o implante capilar. Você sabe a diferença entre eles?

De modo geral, o transplante capilar é um método mais moderno e atual para a realização de uma procedimento que visa reverter a calvície. É um procedimento muito tecnológico e sofisticado que utiliza técnicas, equipe e muitos materiais de última geração em sua realização.


As Unidades Foliculares são extraídas do próprio paciente, de uma área considerada Zona Doadora Segura (porção posterior e laterais do couro cabeludo, mais resistentes à calvície), sendo que desta forma, garante uma total aceitação dos fios que estão sendo realocados, ou seja, transplantados, sem riscos de rejeição.

Esses fios são, portanto, naturais e apresentam as mesmas características que os demais e impossibilitando qualquer tipo de rejeição por parte do organismo.

O procedimento apresenta excelentes resultados em termos de naturalidade e consistência e pode ser feito a partir da técnica Follicular Unit Extraction – FUE – em que o profissional retira as Unidades Foliculares uma a uma da área doadora, implantando-os no couro cabeludo, para que seja dado início ao processo de cicatrização.


Já no caso do implante capilar, o procedimento é um pouco diferente. Trata-se de uma técnica mais antiga e consiste no enxerto de fios sintéticos, ou seja, artificiais, no couro cabeludo do paciente.

Como nesse caso os fios são sintéticos e considerados corpos estranhos ao organismo, a chance de um processo inflamatório nos pontos do implante aumenta, seguido por um processo de queda desses fios, sendo necessário ao paciente passar novamente por outro procedimento semelhante, como uma manutenção.


Esse tipo de técnica já não é mais utilizada e, por isso, muitas vezes ambos os termos são usados como sinônimo.


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